Autor: Bandeirante
sábado, 18 de marzo de 2006
Sección: Artículos generales
Información publicada por: Bandeirante


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O que é um Estado Nacional ?

Como definir um Estado Nacional ?

O que é um Estado Nacional ? A vitória das populações cristãs na guerra contra o islamismo na Península Ibérica apresentou um fundamental diferencial de qualidade organizacional. A cristandade ibérica inventou e produziu o fenômeno do Estado Nacional como a sua grande reserva e vantagem estratégico-institucional. No processo de formação e construção do Estado Nacional destaca-se a precocidade da organização, belicosidade e agressividade do Estado Nacional de Portugal. Portugal pode ser considerado o primeiro Estado Nacional Europeu, o seu primeiro Estado "Moderno". Um Estado Nacional apresentava os seguintes elementos: - Um centro de poder bem definido e uma hierarquia de poder centralizada e organizada. Um Rei e uma Dinastia Nacional na forma de uma única linhagem genealógica contínua. - Forças armadas e recursos militares eficientes para a defesa e ataque complementados com a criação de uma armada, uma força naval habilitada para a logística da guerra e dos descobrimentos mundiais. Milícias nacionais e recrutamento endogâmico sem necessidade de mercenários extra-nacionais. - Pessoal de Estado e uma "burocracia" organizada. Um Direito Nacional. As Ordenações do Reino de Portugal, um dos principais conjuntos jurídico-estatais de todo o ocidente. A renovação e reinvenção do direito romano e a criação de uma nova estrutura administrativo-estatal com concelhos, municípios, regras e representatividades político-territoriais próprias. Estabelecem-se tributos e estruturas de fiscalidade em bases não apenas impostas, mas também consensuadas em certos limites e grupos, dentro de conflitos e contradições inerentes à esfera do social que se quer fazer também em nacional. - Língua nacional. Uma língua étnica própria que se converte em língua de Estado e língua de um Império Mundial. Cria-se uma Universidade em língua nacional, uma literatura padronizada e assim se reforça a cultura nacional e os valores nacionais com uma elite dirigente e administrativa. Não há maior força do que a de um povo bem disposto e bem armado no espiritual e no temporal, decidido a manter e preservar a sua própria identidade. - A invenção de uma nova dimensão étnica própria. Um povo com uma mesma cultura, com os mesmos valores e com um senso de identificação próprio apto a elaborar a produção de um imaginário nacional e o compartilhar de novas experiências coletivas históricas. - Centros religiosos próprios e uma ideologia religiosa com nuances específicas e redes religiosas nacionalizadoras. - Território bem definido e estabelecido em tratados diplomáticos e pactos definidos externamente. - Um projeto mobilizador nacional. Um sonho nacional. Por que Portugal foi o primeiro Estado Nacional ibérico e europeu ? Portugal surgiu a partir de uma base relativamente consistente, homogênea, densa e contínua no espaço e no tempo. O antigo Convento Bracarense, do Minho ao Douro e com a oportunidade de uma fronteira disputável ao sul na área de Coimbra. A existência da fronteira militar é condição fundamental para o forjar-se de Portugal. O Estado de Portugal nasceu como uma necessidade entre as ondas almorávidas e almoádas, fatores catalizadores da existência de Portugal como Estado Nacional armado, estruturado e ungido com e pelas principais ordens militares religiosas da cristandade. Portugal nunca teve fronteiras estabelecidas com populações islâmicas. A única relação era a guerra. Portugal não estabelecia tratados ou entabulava intercâmbios com entidades islâmicas e nem poderia coexistir com uma fronteira islâmica. Portugal era a veradeira sociedade voltada para a guerra e para a expansão, por excelência e por Razão de Estado. Seria inimaginável e impensável a coexistência de Portugal com uma entidade islâmica na sua fronteira. Algo como uma Granada Islâmica contígua a Portugal jamais existiria. Inclusive foi Portugal que leva e conduz a guerra para o outro lado do estreito, para a África do Norte, enfraquecendo os mouros e como sempre pagando o maior preço na guerra em uma África do Norte portuguesa a drenar recursos mouros e permitir o isolamento e a queda de Granada do outro lado do estreito. Portugal também jamais admitiria uma população ou pequenos grupos mouros residuais no seu tecido social. Portugal como Estado Nacional nunca seria uma Bósnia-Herzegovina. Como decorrência dos seus valores e estruturas intrínsecos, Portugal montou uma última grande cruzada em África com o Rei Dom Sebastião em Alcácer Quibir, política inimaginável para um outro reino ibérico em termos de sua impetuosidade e ousadia arriscada. Os descobrimentos, a conquista e colonização do Brasil também foram outra decorrência do lançar-se português. O que é o potencial do Brasil em comparação com o estéril e árido Marrocos ? Descansai em paz os fantasmas de Alcacer Quibir porque a língua portuguesa se expandiria em terras muito mais distantes e muito mais férteis, justamente criadas por homens com a mesma fibra dos que lutaram e morreram na África do Norte. Portugal apresenta ao longo dos séculos uma materialidade demográfica relativamente homogênea. Portugal surgiu dentro do espaço que fora o centro original dos gallaici na desembocadura do Douro, adjacente ao que seria o núcleo duro do Reino Suevo em Braga e revitalizado depois com a existência da fronteira militar contra o islã. Portugal é antes de tudo uma idéia, uma paideia política e uma férrea vontade política e militar alicerçada inicialmente no formigueiro humano do Entre-Douro-e Minho. Portugal é um estado de espírito que não existiu em outras regiões ibéricas. Um Estado Nacional é ao mesmo tempo ontologia e praxis, tradição e invenção. O que é autêntico é e existe em si, independentemente se foi positivo ou negativo. Uma das melhores sínteses de Portugal está em Fernando Pessoa... Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quere passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. http://nautilus.fis.uc.pt/personal/marques/old/pessoa/mensagem.html Cumprimentos d"O Bandeirante Tupi O Filho só pode existir se o Pai assim O conseguiu...

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Comentarios

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  1. #1 A.M.Canto 18 de mar. 2006

    Con todos los respetos (y vaya por delante toda mi simpatía hacia el país hermano), el condado de Portucale, origen del posterior reino con Afonso Enríquez o I (1109-1185), no pudo ser independiente si antes no hubo otro "estado" que le concedió, o al que arrebató, su independencia. Echo, pues, en falta, en este patriótico texto la mención del rey Alfonso VI de León y Castilla que, como es sabido, casó a su hija ilegítima Teresa con el noble francés D. Henrique de Borgonha o Borgoña, concediendo a la pareja el citado condado de Portucale, lo mismo que dio el de Galicia, al norte del anterior, a su hija mayor y heredera, Urraca, casada con otro francés. El condado de Portucale llegaba del Miño hasta el Tajo porque desde Lisboa era territorio árabe. Alfonso I de Portugal todavía jura lealtad a Alfonso VII de León tras el ataque de éste a Guimarâes (1127). La política de enfrentamiento militar de Afonso Henniques con su madre Teresa de León, la búsqueda por todos los medios del apoyo papal, las victorias sobre los musulmanes, sobre todo Ourique (1139), y el gran el interés de Alfonso VII de León por ser emperador (para lo cual necesitaba tener reyes vasallos) confluyen para que sea reconocido el nuevo reino y su soberanía, entre 1139 (proclamación por las tropas), 1143, cuando lo reconoce Castilla-León, y 1179, cuando lo confirma la Santa Sede. Sus tomas a los árabes de Santarem (1146) y Lisboa (1147) empujan a los árabes al sur, pero no los eliminan. Tras ello, y ya que su hijo Sancho no toma Silves hasta 1191, necesariamente hay que pensar que hubo unas fronteras forzosas, que se mantienen al menos desde 1139 o 1147 hasta 1191. Es cierto que los portugueses son los primeros en expulsar a los árabes completamente de su territorio (o más bien de ampliar considerablemente éste a costa de los árabes), pero tampoco hay que llevar las cosas al extremo de negar que hubo nunca una "frontera" con ellos... ;-) En todo lo demás, de acuerdo. Saludos.

  2. #2 A.M.Canto 18 de mar. 2006

    "En 1096, Alfonso VI, para evitar cualquier posible restauración del Reino de Galicia, acordó partirlo en dos: El Condado de Galicia, al norte del río Miño, que pasa a manos de Raimundo de Borgoña, casado con Doña Urraca, y la Galicia del sur que pasa a manos de Teresa y Enrique de Borgoña, primo del anterior." (http://es.wikipedia.org/wiki/Reino_de_Galicia). "No 1096, Alfonso VI, que- como quedou dito era irmán de García-, para evitar calquera posible restauración do reino de Galicia, acordou partilo en dous: O condado de Galicia, ó norte do río Miño, que o pasa ás mans de Raimundo de Borgoña, casado con Dona Urraca, e a Galicia do sur que pasa a mans de Tareixa e Henrique de Borgoña, curmán do anterior. O fillo destes, Afonso Henríquez, proclaMarase primeiro rei de Portugal en 1139." (http://www.galiciadigital.com/pcd/Biblioteca/publicaciones/Estatuto2002/3capi.html) "A separación definitiva de Galicia e o Norte de Portugal produciuse cando Alfonso VI (1040-1109) lle outorgue estes condados aos seus xenros: o Condado de Galicia, con corte en Compostela, a Raimundo de Borgoña en 1090 e o Condado de Portugal, con corte en GuiMara_es, a Enrique de Borgoña seis anos máis tarde. " (http://www.eixoatlantico.com/cultura.asp) "Urraca I (c. 1080-1126) era una noble leonesa. Su padre era el rey Alfonso VI de León. Urraca I heredó de él el Reino de León con el condado de Galicia y el de Castilla." (http://es.wikipedia.org/wiki/Portal:Le%C3%B3n,_Zamora,_Salamanca) "Alfonso VI concedió a su hija Urraca y a su marido el condado de Galicia (todavía no se le otorgó [scil., devolvió] la categoría de reino) y a su segunda hija ilegítima llamada Teresa (casada con Enrique de Borgoña, noble francés) unas tierras al sur de Galicia que se empezaron a conocer como condado de Portugal." (http://es.wikipedia.org/wiki/Urraca_de_Le%C3%B3n) "En los años inmediatamente posteriores a la independencia del joven estado portugués (1139) del reino de Castilla y León no parece que el condado de Galicia, al norte, experimentara un importante cambio lingüístico. Sin embargo, a medida que la Reconquista avanzaba hacia el sur, tanto en Castilla y León como en el nuevo reino de Portugal, durante el siglo XII y siguientes, el centro de gravedad de la Península experimentó un inevitable desplazamiento. El aislamiento geográfico de Galicia con respecto a Castilla y León, posiblemente una de las razones por las que no sufrió los peores estragos de la conquista árabe y sus posteriores prácticas depredadoras, le convirtió en una especie de páramo entre Portugal, al sur, y unas escarpadas montañas al este." (http://www.proel.org/mundo/gallego.htm) "Antes de morir (Alfonso VII de León, el Emperador) ha dejado el Condado de Galicia a su hija Urraca, pero con una claúsula que estipulaba que si ésta se volvía a casar, el condado (aún no está considerado como reino) pasaría a su nieto Alfonso Raimúndez." (http://www.castillosdejirm.com/alfonsoVII.htm) "(Doña Urraca) se casó con don Raimundo de Borgoña, recibiendo como dote el condado de Galicia en 1102." (http://www.fuenterrebollo.com/Sala-Reyes/urraca.html) "En 1095 casó a Teresa, una hija bastarda, con Enrique de Borgoña, nieto del duque Roberto I de Borgoña y primo del conde de Galicia. El rey le encomendó el gobierno de la Terra Portucalense, que formaba parte del condado de Galicia. Enrique se convirtió así en conde de Portugal, vasallo de su primo Raimundo." (http://www.uv.es/ivorra/Historia/BEM/1090.htm) A este único condado de Galicia me refiero. Hay bastantes más referencias, pero creo que será suficiente. Y no tengo ganas de discutir obviedades, Ainé, ni cosas que no he dicho.

  3. #3 Lusitanoi 27 de mar. 2006

    Ainé, es una galega Marafada!, ehehehheeh

  4. #4 ainé 27 de mar. 2006

    Marafada E tu serás do Sotavento? moça Marafada, surgiste em bom momento, assim vinda do nada. Foste ganhando o teu espaço, no cantinho de todos nós, fizeste-o com o teu abraço, contigo nunca estamos sós. És uma boa amiga, sempre disposta para a farra, nunca tens fadiga, começas e mais ninguém te agarra. A ti ninguém te cala, sempre com algo a dizer, de certezas que ninguém abala, também desejosa de aprender. Essa boa disposição, eterna alegria, sempre de coração, que a todos contagia. ---------------------------------------------------------- Se a cousa así che é...certo debe ser ;)

  5. #5 Lusitanoi 27 de mar. 2006

    Ainé, por esse poema, subiste muitissimos degraus na minha consideração e até te limpaste de algumas coisas que possa nao ter gostado, sim senhor, apoiada, mas es Marafada mesmo.....lololololol

  6. #6 Brigantinus 27 de mar. 2006

    Bueno, como parece que un servidor ha sido el que ha lanzado la manzana de la discordia, explico mi posición: Por lo que aquí se ha dicho, parece ser que IDENTIDAD NACIONAL=GANAS DE INDEPENDENCIA. Vamos a ver, vamos a ver... ahora que estamos metidos en eso que se llama "debate territorial" se supone que lo de las reformas estatutarias y demás, no es tanto -ellos mismos lo dicen- una independencia pura y dura, sino convivir en una "nación de naciones". Pues voy a hacer una pregunta totalmente estúpida: ¿No cabe la posibilidad de que una nación tenga conciencia de sí misma sin que ello redunde en un independentismo político? Lo de que en Galicia tenemos un síndrome de Estocolmo frente a Castilla es una tontería como la copa de un pino. Otra cosa es que determinados rasgos de nuestro carácter -y de nuestra Historia- sean como son. Pero no hay nada que nos garantice que la cosa fuera diferente si perteneciéramos a Portugal o Gran Bretaña. Probablemente seríamos lo mismo, pero respecto de Lisboa. Lusitanoi, Yo te recomendaría que no midieras el grado de "conciencia nacional" de un pueblo por el tono de sus gritos contra gobiernos centrales. Y mucho menos por resultados electorales. Porque entonces, vale: los vascos, los catalanes, los flamencos...serían naciones. Pero los bretones no serían nación; tampoco los occitanos. Ni los galeses... ¿Los consideras naciones, a pesar de que "griten" poco contra París o Londres, políticamente sean poco influyentes en Londres y París y no haya partidos independentistas fuertes? Cuando un servidor recorre Castilla, ve pocos indicios de la "tierra ladrona" que supuestamente nos ha chupado la sangre. Eso sí; si uno va al Monasterio del Escorial o al Palacio Real, además de asombrarse por esas Maravillas artísticas, empieza a sacar conclusiones sobre quién -realmente- nos chupó la sangre. Y si uno coge un libro de Historia y mira la cantidad de guerras en las que estuvo metida España, y hace a tanto alzado un cálculo aproximado de lo que debían costar tercios, galeones, plazas fuertes, navíos de línea, regimientos, etc... la cosa empieza a cuadrar... Aunque estos últimos gastos nos afectaban a todos (los ingleses que llegaron a las costas gallegas en 1589 no venían a hacer turismo).

  7. #7 Lusitanoi 28 de mar. 2006

    Amerginh, te esta tomando por portugues, filho! a moça Marafada e a teoria da conspiração......

  8. #8 ainé 28 de mar. 2006

    Jejejeje...pois xa me dirás que ten que ver "tamén" con "tambén" (náis de náis...tambén sí que é "castelanismo de "también")...e "pero bo é" con "pero bom"...son expresiós distintas...non mestures a grafía cas castañas...que che sairán papas :DDD ....se Galiza e Portugal nom se tivessem dividido politicamente...falaríamos todos galego.. :DD (elemental...de Gallaecia-Galicia-galego. Porto sería unha cidade galega...jejeje...ainda que se cadra tamén se nos daba por poñerlle "Lisbonia"...e falaríamos todos "Lisbonio") E vou pá cama que estou escachando de risa :DDD ....Moi paveros sodes, ho! (Ays!!) :DDD Lusi...dime en que senso estás a chamarme "moça Marafada" ... ;) Remembrando o tema.....O que é um Estado Nacional ? (boa pregunta)

  9. #9 Lusitanoi 28 de mar. 2006

    Agora para ti Ainé, O sentido da "moça Marafada" ja o conseguiste agarrar no poema que encontraste e muito me fez rir. Esse termo aplica-se no Algarve e procurar definir aquele tipo de mulher algarvia que contrasta com a mulher do sul, pois é uma mulher muito activa, que fala muito, discute com todos, que se chateia muitas vezes, mas ao mesmo tempo é admirada e cobiçada por todos porque tem uma energia fora do comum, entendes? És uma boa amiga, sempre disposta para a farra, nunca tens fadiga, começas e mais ninguém te agarra. A ti ninguém te cala, sempre com algo a dizer, de certezas que ninguém abala, também desejosa de aprender. Aplica-se ou nao a ti? pareces me ter uma energia enorme, chateias te bem aqui no forum, ninguem te cala pois nao? nunca te cansas.... ninguem te agarra... Eu nao te conheço mas parece-me que este termo se aplica a ti na perfeição é ou nao é? so conheço as tuas intervenções aqui no forum no entanto, da para ver que es bem Marafada. Uma mulher Marafada, é normalmente altiva, energica, orgulhosa e muito activa, no entanto é também muito inteligente e dominadora, entendes? Conclusão: É ou nao és uma Moça Marafada? ehehehhehe chamo te isto com carinho ok? Beijinhos

  10. #10 Amerginh 28 de mar. 2006

    ainé creia haberlo respondido... re-pego por si acaso... Amerginh Hoy, a las 00:52 ainé... eu digo-o assi "tamén / ó / pero bo é" mas na escrita emprego as formas portuguesas (porque som rarinho) :P hehe. O que escrivo nom tem que ser o que falo ou melhor dito... o que "pronuncio"... e senóm passa-te por Huelva e já verás o bem que falam castelam :P Cousas de reintegracionistas caducos :P Falo galego, e nom vou deijar de falar no meu dialeto particular... a normalizaçom ortográfica é outra cousa... malia que eu nom saiba muito de ortografía (estou aprendendo pola minha conta...) tempo ao tempo. Voume durmir... que amanha tenho muito travalho... Beijinhos/bicos e apertas/abraços Amerginh Hoy, a las 09:53 (...) PD: aquí nadie dice muchas letras de las palabras y no por eso no se escriben (incluso en gallego muchos no pronunciamos las "c" en palabras con -ct-, ni usamos bien a veces estructuras verbales en castellano -por ser propias del gallego- pero si las escribimos bien), de lo contrario estaríamos teniendo faltas de ortografía (vamos... que no me bajo de mi burro :P) (...) Resumindo, eu som reitegracionista por auto-convencimento, polo tanto, pretendo a re-unificaçom do galego e mailo português numha soa língua, o que... por colhons e falando claro, têm que importar muitas expressions portuguesas, mais nom galegas e viceversa. Os portugueses no segundo caso apenas têm que facer nada, a maioría das peculiaridades do galego, coa excepçom de algum vocabulario e expersions "coloquiais", o resto som formas arcaicas do portugues, ou inclusa já as tenhem incorporadas nas falas portuguesas do norte. Mentres nos, os galegos, teremos que incorporar, sobre tudo, aquelas palavras que nos tomamos do castelám e eles nom. No caso concreto de também, eu prefiro escrivilo nesta forma, malia que eu vaia a pronucnialo "tamén" como de facto fago... e ista será umha de essas peculiaridades das que falaba, reflectadas na pronuncia, mentres que na escrita usemos as formas portuguesas (posto que eu creio que som mais acertadas) En canto: "Ilústrame ( ou cala pra sempre)" recupero algo da galipédia: Concepto O galego-portugués é a lingua medieval falada no noroeste da Península Ibérica que deu lugar ó galego e portugués actuais. Procedía do latín; é polo tanto unha lingua romance. Tivo especial relevancia cultural durante varios séculos, e disto dan fe os textos medievais conservados nesta lingua. As recopilacións líricas medievais galego-portuguesas son: Cancioneiro de Ajuda Cancioneiro de Vaticana Cancioneiro Colocci-Brancutti O rei Afonso X o Sabio, de Castela, coordinou as Cantigas de Santa María en galego-portugués, que naquel entón era a lingua por excelencia para a lírica en toda a península ibérica. Tamén compuxo algunhas cantigas de amor, mais ningunha de amigo. Algúns poetas salientables son: Bernal de Bonaval, Airas Nunez, Pero da Ponte, Pero Amigo, Xohán de Cangas, Martín Codax, etc. Esta lingua tivo a súa máxima importancia dende finais do s. XII ata mediado o s. XIV. A partir do s. XIV e por causas políticas o galego-portugués comezou a perder a súa unidade e a separarse en dúas variantes: o galego e o portugués. [editar] Listado de étimos e os vocábulos galego-portugueses correspondentes adu ‘imperativo de aduzer’ < ADDŪC aduces < ADDŪCIS adugo ‘aduzo’ < ADDŪCŌ adusse ‘aducíu’ < ADDŪXIT adussera < ADDŪXĚRAT aduxe < ADDŪXĪ anvidos ‘contra vontade’ < AD INVITUS apres < prov. < APRESSU aque ‘eis’ < *ACCU/E > ECCE ‘eis’ arço (ardo) < ARDĚŌ assaz < prov. assatz < AD SATIS asteença < ABSTĬNĔNTIA Avijr < ADVENIRE beigo ‘bendigo’ < BĚNĚDICO beito ou bento < BĚNĚDICTU beizer < BĚNĚDĪCĚRE bezes < BĚNĚDICES chus ‘máis’ < PLUS cima < subs. CYMA come < QUOMODO ET comio (como) < COMĚDŌ consiirar < CONSĪDĔRARE coube < CAPŬI(T) creer < CRĒDĚRE creveran ‘creran’ < CRĒDŬĚRANT crive ‘crin’ < CRĒDŬĪ de (dea) < DĚM despoēr < DĬSPŌNERE devisar < DIVISARE dicipolo < DISCĬPŬLO dixe < DĪXĪ(T) doer < DOLĚRE dolvera ‘doera’ < DOLŬĚRAT dormio < DORMIŌ dur (a/de dur) ‘firmemnte.’ < AD DURU eire ‘onte’ < HERI ‘onte’ ‘hai pouco’ eixerdar < EXHEREDITARE eixilhar < EXĬLĬĀRI emproo (a)/ ambroo ou amproo ‘para abaixo’ < IN PRONO ‘inclinado cara o chan’ ensembra ‘xunto con, en conxunto’ < fr. ensemble enxerdar < EXHEREDITARE ersi ‘ergo’ < *ERSĪ esté (estea) < STĒM faço < FACIŌ falir < FALLĚRE falredes < FALĚRE + *ĒTIS falría < *FALLĚRE+EAM fegura < FĬGURA feiro(fero) < FĚRIŌ festiño (a) 'de presa' < FESTINO festo (a)/ enfesto (a): ‘enriba’, ‘para arriba < INFESTU ‘hostil’ fez < FĒCIT fezeron < FĒCĚRŬNT fiz < FĒCĪ foras < FORAS (en latín EXTRA) hajo=hei < HABEO hestoria < HĬSTORIA houve < HABŬI i < IBI ‘aquí, alí’ jasco ‘xazo’ < IACĚŌ jougesemos < IACUISSEMUS jougue ‘xacín’ < IACŬI Juso ‘cara abaixo’ < DEORSUM (adv. ‘cara abaixo’ por influencia de suso) madodinho < MATŬTINU maemos ‘quedamos’ < MANEMŬS man ‘queda, permanece’ < MANET manno ‘quedo’ < MANĚŌ mar ‘permanecer, quedar’ < MANĒRE marrei < *MANĒRE+AIO marteiro < MARTYRIU masi ‘permaneceu’ < MASĪ meço < MĚTIŌ menço < MĚNTIŌ muu < MŪLU nodrir < NŬTRIRE oucião < OCĔĂNU ouço < AUDIŌ outrossi ‘tamén’ < outro (ALTERU) + si (SIC) paação < *PALATIANU peço < PĚTIŌ peēdença < POENITENTIA poer (pór) < PŌNĚRE possa < *POSSAM prige ‘prendín’ < *PRĒNSĪ priiom < l.v PRENSIONE Maram corpo durante o Império Romano, outras tiveran lugar mais tarde. Na Idade Média Alta, o Portugués estava a erodir tanto como o francés, mas unha política conservadora reaproximou a lingua ao latim. Fonética A lingua portuguesa contén alguns sons de difícil compreensón para falantes de outras linguas tornandoa, por isso, de difícil aprendizaxe para estranxeiros. Tabela de pronuncia Letra Portugal Paraná Sán Paulo Rio de Xaneiro Bahia Vogais e semi-vogais a á cando tónico, ɐ cando átono á á á á â á ɐ ɐ ɐ ɐ é ɛ ɛ ɛ ɛ ɛ ê e e e e e e e cando átono, ɐ cando tónico e e (ou i, no fim de palabras) e (no fim dunha palabra ás vezes non se pronuncía) ɛ (ou i, no fim de palabras) i i (ou "j" en ditongos) i (ou "j" en ditongos) i (ou "j" en ditongos) i (ou "j" en ditongos) i (ou "j" en ditongos) ó ɔ ɔ ɔ ɔ ɔ o o cando tónico, y cando átono o o (ou u, no fim de palabras) o (ou u, no fim de palabras) ɔ (ou u, no fim de palabras) u u (ou w, en ditongos e tritongos) u (ou w, en ditongos e tritongos) u (ou w, en ditongos e tritongos) u (ou w, en ditongos e tritongos) u (ou w, en ditongos e tritongos) Ditongos ei aj ej e ej ej ou ow ow o ow u Vogais nasais ã, am, an, âm, ân â non nasaliza ẫ ẫ ẫ em, en, ên, êm, én, ém ãj non nasaliza ẽj ẽ ẽ im, in, ím, ín ĩ non nasaliza ĩ ĩ ĩ om, on, ôm, ôn, óm, ón õ non nasaliza õw õ õ um, un, úm, ún ũ non nasaliza ũ ũ ũ Glides nasais ão ẫw ẫw ẫw ẫw ẫw ãe ẫj ẫj ẫj ẫj ẫj õe õj õj õj õj õj Consoantes b β b b b b p p p p p p qu kw kw kw kw kw ca, co, cu ka, ko, ku ka, ko, ku ka, ko, ku ka, ko, ku ka, ko, ku ce, ci se, si se, si se, si se, si se, si ç s s s s s ga, go, gu ga, go, gu ga, go, gu ga, go, gu ga, go, gu ga, go, gu ge, gi ʒe, ʒi ʒe, ʒi ʒe, ʒi ʒe, ʒi ʒe, ʒi da, de, do, du ða, ðe, ðo, ðu da, de, do, du da, de, do, du da, de, do, du da, de, do, du di ði di di ou dzi dʒi dʒi ta, te, to, tu ta, te, to, tu ta, te, to, tu ta, te, to, tu ta, te, to, tu ta, te, to, tu (ás vezes ču) ti ti ti ti ou tsi či či f f f f f f v β v v v v l l l l ou w no fin de sílaba l ou w no fin de sílaba l ou w no fin de sílaba m m m m m m n n n n n n r (antes de vogal, dentro da palabra) rı rı rı rı rı r (no inicio da palabra), rr rı r r kh kh r (no fin de sílaba) rı retroflexivo, como en inglés rı (ou retroflexivo, no interior) kh kh s (intervocálico) z z z z z s (inicial ou seguido de consoante), ss s s s s s s (no fin de sílaba) ʃ s s ʃ ʃ ch ʃ ʃ ʃ ʃ ʃ lh λ λ (ás vezes j) λ λ λ (ás vezes j) nh ɲ ɲ ɲ ɲ ɲ h non pronuncía non pronuncía non pronuncía non pronuncía non pronuncía pt, ct t pt, ct pt, ct pt, ct pt, ct Visto a lingua portuguesa non conter unha ortografia do tipo "unha letra para cada som", como o sérvio ou o ruso, ou un pouco como o castelán, os diversos sons son asociados a diversas letras, podendo unha letra ter mais do que un único son (como a letra "x", que possue cinco sons distintos) sabendo cal deles proferir seguindo variadas regras de ortografía. ETC:::ETC:::: E o galego???? Lingua galega Na Galipedia, a wikipedia en galego. Ir a: navegación, procura Lingüística > Lingua > Indoeuropeo > Latín > Lingua románica > Galego Lingua romance nada e desenvolvida na antiga provincia romana da Gallaecia (que abranguía o territorio da Galicia actual, o norte de Portugal e territorios lindantes polo Leste). A lingua galega é un romance de influenza léxica pre-celta, celta, éuscara, xermánica, provenzal, castelá (arabismos, prestamos lingüísticos, ortografía moderna e certos rasgos fonéticos) e amerindia. O galego moderno descende do galego-portugués, lingua medieval morta que daría lugar aos actuais galego e portugués. A lingua galega fálase en Galicia, na fronteira coas comunidades autónomas de Asturias e Castela e León e nas comunidades de galegos emigrantes en Arxentina e Uruguai (máis de tres millóns de emigrantes galegos vivindo naqueles países). A lingua galega é un romance autónomo para as autoridades lingüísticas oficiais en Galicia emparentado co portugués e para outros lingüistas aínda hoxe unha variante co-dialectal do diasistema lingüístico galego-portugués. A lingua considérase formada arredor do s. XII, como resultado da asimilación do latín vulgar falado polos conquistadores romanos no s. II dC. No seu momento foi lingua culta fóra dos reinos de Galicia e Portugal nos reinos veciños de León e Castela. Escribindo en galego, por exemplo, o rei Afonso X o Sabio, as súas "Cantigas de Santa María". A súa importancia foi tal que se considera a segunda literatura durante a Idade Media só despois do Occitano. Recentemente foi achado o documento máis antigo escrito en galego que se conserva, o cal data do ano 1228, trátase do “Foro do bo burgo do Castro Caldelas” outorgado por Afonso IX en abril de dito ano ao municipio de Allariz (Galicia. España). O galego-portugués tivo case 700 anos de existencia oficial e plena, pero as derrotas que a nobreza galega sufríu ao tomar partido polos bandos perdedores nas guerras de poder de finais do s. XIV e primeiros do s.XV provoca a asimilación da nobreza galega e a dominación castelá que leva consigo unha opresión e unha desaparición pública, oficial, literaria e relixiosa do galego ata finais do s.XIX. Son os chamados Séculos Escuros. O portugués, pola súa banda, gozou durante este período dunha protección e desenvolvemento libre grazas a que Portugal foi o único territorio peninsular que permaneceu alleo ao dominio lingüístico do castelán. Cartel 11.Na actualidade o galego fálanno case tres millóns de persoas; é a lingua minorizada con meirande comprensión e uso porcentual dentro do Estado Español. É idioma oficial na comunidade autónoma de Galicia (onde o castelán é co-oficial), e tamén se fala na Terra Eo-Navia (Asturias), no Baixo Bierzo (León), nas Portelas (Zamora) e na Serra de Xalma (Cáceres). Así mesmo é a lingua da importante comunidade galega no exterior, espallada por todo o mundo. Dende o punto de vista reintegracionista, Galicia fala unha lingua que ten 200 millóns de falantes no mundo, coñecida como portugués. Aínda, no chamado galego do continente europeo, deberiamos inclui-las falas do norte de Portugal, que conforman un conxunto relativamente unitario de falares no cadro da actual euro-rexión Galicia-Norte de Portugal. Cada 17 de maio celébrase o "Día das Letras Galegas" dedicado a un escritor nesta lingua (elixido pola Real Academia Galega). O día escollido utilízanno os organismos oficiais para potenciaren o uso e o coñecemento da lingua galega ETC:::ETC::: Resumindo: PORTUGUES: Família lingüística: Indoeuropea Itálica Románica Iberorromance Iberooccidental Galaico-portugués Português GALEGO: Família lingüística: Indoeuropea Itálica Románica Iberorromance Iberooccidental Galaico-portugués Galego Dizir que do galego nom pom muito porque esta en discussom por mor do problema reintegracionismo-RAG/ILGismo e demáis assuntos linguísticos e políticos. PD: eu nom som experto... pero se queres preguntamos-lhe a uns linguistas galegos e portugueses e a ver...

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